Equipa da Universidade Northwestern em Chicago descobre o botão de Off do cancro.

Os cientistas continuam a trabalhar no duro para poder utilizar-lo nos doentes.

A equipa de jovens cientistas passaram 8 anos a estudar o genoma humano, incluindo os seus vários produtos químicos e os processos que ele usa para se regular.

Também descobriram recentemente o que parece ser um certo caminho de autodestruição em qualquer tipo de célula cancerosa ou de células doentes para uma cura completa.

siRNAs é o nome do mecanismo descoberto. São pequenas moléculas de RNA que servem para interferir em genes essenciais para a destruição de células de rápido crescimento.

Todos os estudos indicam embora ainda não seja totalmente conhecido mas estes siRNAs têm muito pouco efeito sobre as células saudáveis. Apesar disso os responsaveis da descuberta estão a trabalhar no duro para poder utilizar em doente pois esta solução potencial para a cura do cancro contem riscos reais a serem estudados e testados.

Este processo siRNA que causa a morte das celulas cancerísgenas é conhecido por DISE – morte induzida pela eliminação do gene da sobrevivência – são caracterizadas por alterações morfológicas específicas, como formas celulares alongadas, células aumentadas semelhantes à senescência, aparecimento de grandes vesículas intracelulares, libertação de ROS mitocondriais seguida de activação de caspase-2 e indução de uma necrose. forma de catástrofe mitótica. A equipa encontrou sequências de 6 nucleotídeos que seriam necessaérias para causar esse estado de doença ( o cancro).

Quando examinaram as sequências fazem uma grande descoberta e explicaram que essa sequências associadas á DISE já estavam lá a morar nas nossas moléculas de RNA que estão presentes em uma de várias cadeias de RNA supressores de tumor. A investigação também descobriu que essas sequências podem ser encontradas em todo o genoma.

Apesar de toda esta incrível descoberta , a equipa ainda necessita de determinar como é que o corpo humana produz esses siRNAs capazes de produzir DISE. Contudo a equipa observou que o corpo humano produz esse tipo moléculas capaz de cortar parte da RNA em vários siRNA.

Ao descubrir isto.

A equipa conduziu uma serie de experiências, com os quais eles conseguiram mostrar que esse mesmo processo poderia ser utilizado para converter outros grandes RNAs codificadores de protainas em siRNAs da DISE. Descobriram também que cerca de 3% de todos os RNAs codificadores no genoma humano poderiam ser feitos para servir a esse propósito.

Actualmente, esta equipa esta a trabalhar numa forma de produzir medicamentos e terapia genética que possa
converter outros grandes RNAs codificadores de protainas em siRNAs da DISE.

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